Um dos setores que mais crescem na nossa economia, a indústria cosmética tem relação direta com diferentes tipos de aditivos minerais

 

Para homens, mulheres, crianças, no gender, para determinados tipos de pele, idade certa, para ir à festa, para sair na rua, para evitar o sol, para não machucar a pele…para beleza ou saúde. Enfim, não importa o motivo para o qual se usa, os cosméticos estão no dia a dia de todas as pessoas. Ou seja, vieram para ficar e ganhar cada vez mais força nas nossas vidas e na nossa economia.

O surgimento dos cosméticos se confunde com a própria história do homem – ou com a pré-história. Sim, os homens pré-históricos, 30 mil anos atrás, já pintavam o corpo e também se tatuavam. Claro que os produtos daquela época eram bem diferentes dos atuais. Eram à base de terra, cascas de árvores, seiva de folhas esmagadas e orvalho. Escavações arqueológicas na Mesopotâmia descobriram instruções para a higiene corporal. Mas foram os egípcios que começaram a produzir e a usar cosméticos, como óleo de castor, para bálsamo protetor, sabões para banho, henna, cremes e poções que eram feitos com uma mistura perfumada de cinzas ou argila. Famosas são as imagens de homens e mulheres com olhos e rosto pintados. A Grécia, nesse período, também foi importante. Foi lá que surgiram os primeiros produtos químico-farmacêuticos.

Os países do Oriente e os árabes também foram profícuos na produção e uso de cosméticos. Mas a produção em maior escala, ainda que artesanal, veio mesmo na Idade Moderna, século XV. Na Europa, Itália e França eram os grandes centros produtores, mas ainda eram caros e usados somente pela aristocracia. Também são famosas as máscaras brancas feitas de tinta e chumbo. A partir desse período, os cosméticos começaram a ganhar em popularidade e já existiam para diversos usos, como perfumes, cremes, pomadas, azeites, águas aromáticas, sabonetes etc. Mas foi somente entre o final do século 19 e começo do século 20 que a produção deixou de ser artesanal e passou a ser industrial com grandes volumes e chega ao que conhecemos hoje.

Vamos nos ater à força do setor somente no Brasil, pois os números no mundo são muito maiores. Para se ter ideia, o Brasil ocupa o quarto lugar no mundo no ranking de consumo, atrás de Estados Unidos, China e Japão. Como produtores, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal e Cosméticos (Abihpec), em 2018 o setor teve faturamento de R$ 48,45 bilhões. Para 2019, a entidade prevê crescimento nominal das vendas de 4,1%, chegando a R$ 50,43 bilhões. O Grupo Boticário aparece como maior vendedor de cosméticos do País. Não podemos esquecer que recentemente a Natura comprou a Avon, criando uma nova holding brasileira, a Natura&Co, que já nasce como a quarta maior empresa do mundo no segmento de beleza.

Os aditivos minerais têm grande participação no mercado de beleza e cuidados pessoais. Seu uso é de suma importância para a indústria cosmética, em razão das mais diferentes funcionalidades. Normalmente, eles são misturados a produtos como cremes, shampoos, hidratantes e outros cosméticos, de forma a melhorar o uso e aplicabilidade desses produtos por quem fabrica e o consumidor final. Além disso têm custo mais baixo em relação a outros produtos e não fazem mal à saúde. Aliás, essa é uma das grandes vantagens das cargas. A Brasilminas sempre defende que aditivos minerais são a natureza zelando pela natureza.

Os aditivos minerais são indicados para a elaboração ou potencialização dos cosméticos. Além da qualidade ao produto, melhoram seu manuseio durante a fabricação, trazem benefícios terapêuticos, absorvem toxinas, regulam o pH, dão maior cobertura, e possiblitam a absorção de UV, bem como a redução da oleosidade, a elevação do grau de alvura, entre outras vantagens. Vale ressaltar que, em comparação com aditivos químicos e artificiais, os aditivos minerais, de certa forma, ainda são uma novidade para quase todos os setores, cerca de 30 anos – claro, para o de cosméticos também.

Elementos como Argila (branca, creme, verde e rosa), Caulim, Calcita, Dióxido de Titânio, Dolomita, Óxido de Zinco, Talco e Quartzo, entre outros (todos fazem parte do portfólio da Brasilminas). Esses componentes, além de largamente usados na fabricação por proporcionarem benefícios ao produto final, conferem diversas vantagens e propriedades no processo de manuseio desses cosméticos.

A Brasilminas é uma das principais fornecedoras de aditivos minerais do mercado e conta com essas matérias-primas em seu portfólio. Produtos que proporcionam alta performance e redução de custos. Também fornece aditivos minerais esterilizados, ou seja, aqueles que passam por processo de esterilização e por controle microbiológico e bacteriológico. Ainda assim, o cliente também tem a liberdade de adquirir o produto no grau industrial (não esterilizados). Dessa forma, ele mesmo fica responsável por efetuar a esterilização em seu produto/formulação final.